Frase da Semana (Dicção)

Posted in Não categorizado on 30/01/2011 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões

“fnwaeoyhfewofcyhwefroieh foiwehfr ewoihceoifcewh coiewhrcieru eiorueoire”

(Paulo Antonov Picanha tentando falar COLONOSCOPIA)

Anúncios

Até parece mentira

Posted in Não categorizado on 30/01/2011 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões

Com a ajuda do nosso confrade Fábio Henrique, finalmente conseguimos dissipar a dúvida sobre a data da criação da Confraria do dez ocupados (CONDE). Até parece mentira, mas foi dia 01/04/2006.

Abaixo as fotos do encontro realizado no bar do tênis no Pará Cube.

Domingueira no Cidade Jardim.

Posted in Não categorizado on 24/01/2011 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões

Este slideshow necessita de JavaScript.

CONDES MOTTA TOUR BRASIL

Posted in Não categorizado on 18/01/2011 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões

Caros amigos,
Como todos sabem, o sul do Brasil, sua colonização e geografia nos remetem a paisagens do velho mundo, eu e Cecília, estamos cada vez mais encantados com suas belezas naturais e o povo que recebem muito bem os irmãos do norte, aí vão algumas imagens no Blog da Confraria, como incentivo para que conheçam esta parte do nosso País.
Marcos Coutinho Motta

Final de semana em Marudá/Algodoal.

Posted in Não categorizado on 17/01/2011 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões

Rock do bom

Posted in Não categorizado on 17/01/2011 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões

Só vendo (Zuenir Ventura)

Posted in Não categorizado on 16/09/2010 by Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões
 

Acostumados com o clichê preconceituoso que acredita não haver vida inteligente fora do eixo Rio-São Paulo, nos surpreendemos quando encontramos alguma atividade cultural em cidades do chamado “interior” — o “centro” somos nós, claro. Por exemplo: onde é possível reunir cerca de 650 mil pessoas, um terço dos moradores, para tratar de um assunto meio fora de moda, a leitura? Pois acabo de ver o fenômeno em Belém, na XIV Feira Pan-Amazônica do Livro, um dos três principais eventos do gênero no Brasil, este ano dedicada à África de fala portuguesa. Houve shows com Gilberto Gil, Lenine, Emílio Santiago, Luiza Possi, mas o destaque foram os R$30 milhões faturados com a venda de 500 mil volumes, superando, segundo os organizadores, a Bienal do Rio.
Há cidades brasileiras que só vendo. A capital do Pará é uma delas. Além de ser uma das mais hospitaleiras do país, gosta de seu passado e é hoje um exemplo de como revitalizá-lo. Já escrevi e repito que a intervenção que o arquiteto Paulo Chaves fez no cais da cidade, transformando armazéns e galpões na monumental Estação das Docas, é uma obra que não deve nada à que foi realizada em Barcelona ou Nova York (o prefeito Eduardo Paes devia ir lá ver). Outro genial exemplo de reaproveitamento é o centro onde se realiza a Feira, o Hangar, um gigantesco espaço que antes, como diz o nome, servia de estacionamento para aviões.
E não fica nisso. Há roteiros culturais como o do núcleo Feliz Lusitânia e seu Museu de Arte Sacra, onde se encontram uma Pietá toda em madeira, o São Sebastião de cabelos ondulados e a famosa N. S. do Leite, com o seio esquerdo à mostra dando de mamar. Sem falar nos museus do Encontro e de Gemas do Pará, e numa ida a Icoaraci para ver as cerâmicas marajoara, tapajônica e rupestre.
Para quem gosta de experiências antropológicas, recomenda-se — além dos 48 sabores regionais, a maioria, do sorvete Cairu — uma manhã no mercado Ver-o-Peso, onde me delicio nas barracas de banhos de cheiro lendo os rótulos: “Pega não me larga”, “Amansa corno”, “Afasta espírito”, “Chora nos meus pés”. Com destaque para o patchuli, que a vendedora me diz ser o odor de Belém. Mas antes deve-se passar pela área dos peixes: douradas, sardas, tucunarés, enchovas, piranhas, tará-açus. “Esse aqui é o piramutaba”, vai me mostrando o nosso guia, o cronista Denis Cavalcanti; “aquele é o mapará, olha o tamanho desse filhote”.
Desta vez, o ponto alto da visita foi uma respeitável velhinha fazendo o comercial do Viagra Amazônico para mim e o Luis Fernando Verissimo: “O sr. dá três sem tirar, e depois ainda toca uma punhetinha”. Isso com a cara mais séria do mundo, sem qualquer malícia, como se estivesse receitando um remédio pra dor de cabeça. Só vendo.
Publicado no Globo de 08/09/2010